segunda-feira, 31 de julho de 2017

Caros amigos, leitores e apoiadores. O suplemento cultural. com , os seus blogs, tweeter e face esta interrompendo suas atividades. Se voltarmos com certeza estaremos reformulados, mas sem nunca perder a assencia em que foi criado juntamente com a inesquecível Myrtha Ratis. Paramos por problemas pessoais urgentes que necessitam total atenção. Agradecemos a todos a atenção e audiência por todos estes anos. EDUARDO CRUZ


editor

sexta-feira, 30 de junho de 2017

Saiba onde participar de atos da greve geral nesta sexta (30)




Nesta sexta-feira (30), as centrais sindicais irão parar o Brasil em mais uma greve geral contra o desmonte da Previdência e a Reforma Trabalhista que ataca direitos básicos, exigindo também a saída do golpista Michel Temer e eleições “ Diretas Já”. Além das centrais que mantêm a unidade na paralisação, movimentos sociais que compõem a Frente Brasil Popular e a Frente Povo Sem Medo estarão nas ruas promovendo manifestações e trancaços. Dezenas de cidades terão mobilizações. Leia mais

FPA Análise de Mídia - 30/6



 
  • CAPA – Manchete principal: “Supremo limita possibilidade de revisar delações”
  • EDITORIAL – “O peso da instituição” é uma reflexão sobre a indicação de Raquel Dodge para chefiar o MPF. Na visão do jornal, o bom trânsito de Raquel entre peemedebistas não depõe contra ela, assim como o fato de ela ter ficado em segundo lugar no processo eleitoral da ANPR também não significa uma distorção do processo. A Folha considerou que a diferença de votos entre primeiro e segundo colocado foi baixa. Basicamente, o jornal garante que não há possibilidades de termos novamente um “engavetador –geral da República”, termo utilizado pela Folha que utiliza como argumento o peso que a opinião pública vem tendo. Entretanto, vale lembrar aqui que a opinião pública só tem peso quando interessa aos meios de comunicação e à elite.
  • COLUNA PAINEL – TEMER EM PERIGO: Michel Temer terá mais dificuldades do que supunha para garantir que a maioria dos integrantes da Comissão de Constituição e Justiça da Câmara vote contra a denúncia oferecida por Rodrigo Janot. Além do PSDB, que tem sete deputados no colegiado e estima que, hoje, apenas um esteja disposto a votar a favor de Temer, há defecções no “centrão” e até no PMDB, partido do presidente. O PSD, por exemplo, tem cinco deputados na CCJ e conta três votos a dois pró-Temer, com viés de baixa.
  • COLUNA PAINEL – JANOT ESTRATEGISTA: Aliados informaram ao presidente que o cenário inspira cuidados. A estratégia de Janot de fatiar as denúncias é vista como matadora para Temer. Na prática, admitem, a PGR conseguiu minar o capital político do peemedebista.
  • COLUNA PAINEL – TUCANOS: O PSDB negocia manter Tasso Jereissati (CE) na presidência da sigla até março de 2018. O governador Marconi Perillo (GO) articula para ficar com a vaga depois disso.
  • “STF limita possibilidade de revisão de delações” - O STF (Supremo Tribunal Federal) decidiu nesta quinta (29) que acordos de delação premiada podem ser revistos e até anulados ao fim do processo caso fique comprovado que o colaborador cometeu ilegalidades e não cumpriu com o que foi acertado com o Ministério Público Federal. A decisão foi tomada por 8 dos 11 ministros da corte. Com a exceção de Gilmar Mendes, Ricardo Lewandowski e Marco Aurélio, todos concordaram que seriam essas as condições para revisar ou anular um acordo.
  • “Absolvição de Vaccari não deve ter repercussão generalizada na Lava Jato” - Nas cerca de 20 ações penais já julgadas por Sergio Moro que estão sob análise do TRF (Tribunal Regional Federal) da 4ª Região, corte que absolveu Vaccari na terça (27), as condenações se baseiam em fatores que vão além dos depoimentos de acusação, como trocas de mensagens, movimentações financeiras e informações sobre contas no exterior. (...)Entre os que não são delatores e terão seus recursos analisados no TRF –caso de outros dois ex-expoentes petistas, José Dirceu e Antonio Palocci–, as razões para condenação expostas nas sentenças de Moro não são exclusivamente depoimentos de acusação. (...)O caso de Vaccari foi até agora a principal reviravolta em uma sentença da Lava Jato na segunda instância. Os juízes do Tribunal Regional costumam manter a maioria das decisões de Moro, incluindo as ordens de prisão preventiva. Na semana passada, por exemplo, a corte decidiu elevar em 15 anos a pena do ex-sócio da construtora Engevix -passou de 19 anos para 34. Basicamente, a reportagem diz que os petistas ainda podem ser condenados. Aparentemente, para disfarçar um pouco, o texto também cita Eduardo Cunha, mas só. É quase um trabalho de assessoria de imprensa para o Sérgio Moro.
  • “Câmara não quer apressar rito de denúncia contra Temer”
  • “Temer é notificado sobre denúncia da PGR por corrupção passiva”
  • “Adolescente que invadiu o Alvorada pegou carro dos pais escondido”
  • “Seis de sete tucanos em comissão devem votar contra Temer”
  • “Doria atua para frear comentários sobre distanciamento de Alckmin”
  • “Governo estuda aumento de tributo sobre os combustíveis”
  • “Meta de inflação será de 4,25% para 2019 e 4% para 2020, 1ª mudança em 14 anos”
  • “Presidente do BC afirma que fica no cargo mesmo com saída de Temer”
  • “Aluguel que vence em julho pode ficar mais barato com queda do IGP-M”
  • “Greve no país fica esvaziada sem adesão de metroviários”
 
 
  • CAPA – Manchete principal: “Denúncia contra Temer é acelerada”
  • “Denúncia a jato” – A reportagem trata da intenção do governo de acelerar os trâmites na Câmara relacionados à denúncia contra o Presidente. O texto mostra que apesar da intenção do governo, Rodrigo Maia disse que não vai haver acelero e que dificilmente a casa irá votar as denúncias em bloco uma vez que o Judiciário as está enviando separadamente. Assim como outros jornais, O Globo também descreveu que o presidente da Cãmara estava visivelmente constrangido durante a leitura da denúncia.
  • “Temer deve usar só 4 sessões para se defender em comissão”
  • “STF: delação premiada só pode ser revista em caso de ilegalidade”
  • “Juristas criticam jantar de Temer e Gilmar: ‘conflito de interesses’” – “Existe um conflito de interesses de julgador e julgado se reunirem na véspera da escolha do acusador. O ministro do Supremo é o julgador que está para apreciar uma possível denúncia contra o presidente. Isso exige recato. É uma situação desconfortável, porque conspira contra o Supremo”, disse o jurista Miguel Reale Junior, que integrou o comitê que criou o Código de Ética da Alta Administração Federal. Para o presidente da Associação Nacional dos Procuradores da República, José Robalinho, o encontro é preocupante por reunir um dos juízes dos processos da Lava-Jato e os alvos da investigação: “Afinal, o ministro é o juiz de uma causa que pode atingir o presidente. O que eu vejo de problema aí seria qualquer conversa entre juízes e investigados, o que deve ser evitado ao máximo”. Ex-ministro do Superior Tribunal de Justiça e do TSE, Gilson Dipp disse que Mendes sempre agiu com desenvoltura fora dos autos, emitindo opiniões fortes, e o jantar não é “uma surpresa”. “Eu não faria esse encontro se fosse juiz”, disse Gilson Dipp. Já o professor de ética da Unicamp Roberto Romano acredita que, por ter seu nome avalizado por investigados da Lava-Jato e por Gilmar Mendes, crítico da atuação dos procuradores, Raquel Dodge ganhou uma mancha em seu currículo. “É complicado para a indicada esse tipo de evento como marca da sua indicação. Isso pode vincar a presença dela na Procuradoria”, avaliou. Para ele, também é grave o encontro do ministro com investigados: “Esses movimentos públicos do ministro Gilmar Mendes para defender a política são complicados. Uma coisa é defender nos autos ou nos discursos. Outra é se reunir com réus que ele vai julgar”.
  • “E agora, Brasil?” – O primeiro caderno do jornal traz dentro dele 4 páginas especiais cunhadas com o título “E agora, Brasil?” que é o nome de um evento de discussão do futuro do país realizado pelas organizações Globo.  As quatro páginas se dedicam a expor opiniões de João Doria que participou do evento.
  • “Relator da CCJ diz que parecer será favorável a Raquel Dodge”
  • “Greve: centrais divergem sobre paralisação geral”
  • “Verba da Educação pode ir para passaporte”
  • EDITORIAL – “Sucessão de Janot transcende Temer” é uma alegação de que não há prejuízos para o combate à corrupção com a escolha de Raquel Dodge para chefiar o MPF. O jornal afirma que como ela era uma entre os três mais votados, então a legitimidade se mantém. Ao mesmo tempo, o Globo diz que era óbvio que Nicola Dino não seria o escolhido. Primeiro, porque enquanto subprocurador-eleitoral, Dino recomendou a cassação da chapa Dilma Temer e, segundo, porque ele é irmão de Flávio Dino, governador do Maranhão e inimigo político de José Sarney. O editorial ainda elogia o histórico de atuação de Raquel Dodge e crava que os políticos que colocavam, na escolha da nova chefia do MPF, suas esperanças de sair impunes desse processo, devem se frustrar.
  • “Inflação menor a longo prazo”
  • “Para economistas, meta menor de inflação aponta estabilidade”
  • “Caixa se alia a BNDES para pedir saída dos Batista da JBS”
  • “Votação da trabalhista em plenário é adiada” - Data prevista agora para reforma é segunda semana de julho. Planalto prevê 48 votos favoráveis no Senado.
  • “Contas públicas registram rombo de R$ 29,37 bilhões em maio”
 
 
 
  • CAPA – Manchete principal: “Governo reduz a meta de inflação pela 1ª vez em 14 anos”
  • EDITORIAL – “A meta real é a modernidade” enaltece a política econômica atual afirmando que o rumo do Brasil o conduz aos padrões internacionais de política econômica. Para o jornal, o sinal desse rumo é a redução da meta de inflação que aparece em um momento de alta tensão em que absolutamente tudo pode mudar no país em função do confronto entre Procuradoria-Geral da República e a presidência. O Estadão defende que o Brasil estará em bom rumo enquanto a política econômica definida no ano passado for mantida.
  • “Câmara notifica Temer e avalia rito de denúncia” – A reportagem afirma que o governo já avalia não mais acelerar a votação para tentar aguardar as outras denúncias que vão ser feitas pela PGR. Entretanto, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, disse achar difícil que seja possível juntar as três denúncias em um “pacotão”. Segundo a reportagem, Maia estava visivelmente desconfortável quando abriu a sessão em que a denúncia foi lida.
  • “Presidente cobra ‘responsabilidade’” – A reportagem tem o único objetivo de reproduzir trechos do discurso de Temer em que ele repete a palavra responsabilidade várias vezes, inclusive, como forma de combate ao “populismo”. Difícil compreender o critério jornalístico para uma reportagem como essa.
  • “Adolescente foi até o 3º andar do Alvorada”
  • “Moraes questiona Maia sobre pedidos de impeachment”
  • “PSDB pode definir rumo antes de parecer na CCJ”
  • “Para Doria, partido tem que decidir ‘de vez’”
  • “STF limita hipótese de revisão de delações”
  • “Decisão do Supremo traz ‘segurança jurídica’, diz Janot”
  • “Senado já indica aprovação de nova PGR”
  • “Janot e sucessora divergem sobre ceder procuradores” – A reportagem que não tem muito destaque no jornal explica que Raquel Dodge e Janot têm desavenças que já vem de algum tempo. Ela é critica do atual PGR porque ele montou um gabinete permanente com o grupo dele que monopolizava os casos de importância midiática e o outro ponto de desacerto é a cessão de procuradores para outra região ou outras função dentro do MPF. Raquel queria limitar a possibilidade de cessão a 10% e Janot via nesse limite um risco para a Lava Jato.
  • “Contas do governo têm rombo recorde de R$ 29,3 bilhões em maio” – Esse é o pior resultado desde o início da série histórica, em 1997. A reportagem informa que até os analistas mais pessimistas foram surpreendidos e o risco do não cumprimento da meta fiscal se torna ainda maior. Por esse motivo, a equipe econômica estaria avaliando o aumento de imposto sobre o combustível, ou através de PIS/Cofins ou da Cide. Ana Paula Vescovi, secretária do Tesouro Nacional, explicou ao Estadão que o déficit primário no mês passado foi pior por causa de um pagamento atípico de precatórios.
  • “Meta de inflação cai para 4,25% em 2019”
  • “IGP-M recua 0,67% em junho, a terceira deflação mensal seguida”
  • ENTREVISTA: SILVIA MATOS, economista do Ibre/FGV – “Hoje, é fácil o PIB escorrer para o negativo”
    • Qual a sua previsão para o PIB deste ano?
    • Temos 0,2% para este ano, mas, excluindo o agronegócio, pode ficar negativo em 0,3%. Esse era um ano de transição, não de recuperação, de colocar todas as variáveis no lugar certo. A economia não vai reagir, ao contrário, pode sofrer mais ainda do que estava precificado. Há o risco de a recessão se prolongar mais, mas ela foi tão severa que a capacidade de queda não é mais tão grande. No fim do ano passado, o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, falava que a economia já estava em velocidade de cruzeiro. Adoraria que estivesse, mas a probabilidade de que esse cenário não se realizaria era alta. Hoje, é fácil o PIB escorregar para o negativo.
  • A crise política já tem impactado nos indicadores de atividade?
  • Sim, a gente percebe que os indicadores caíram. Após o processo da mudança de governo, as expectativas explodiram e a crise atual fez tudo piorar. A recuperação demonstrava ser bem gradual e o risco de reversão das expectativas já estava ficando mais claro, mas, com esse evento (delação da JBS), houve reversão mais forte. Quando se olha para a situação atual, dá para perceber que houve muito otimismo e todo mundo baixou a bola um pouco. O que está havendo agora é uma reversão das expectativas. O segundo trimestre vai ser negativo, com certeza, terceiro e quarto serão próximos de zero.
  • O governo vai precisar aumentar impostos para conseguir cumprir a meta fiscal?
  • A trajetória da dívida pública hoje não é sustentável. Será preciso algum aumento de carga tributária, a arrecadação está muito baixa e não deve melhorar. O agronegócio e o setor exportador, que se saem bem, arrecadam pouco. Vai ser preciso ter um aumento de imposto. Mas a gente sabe que, para resolver a questão fiscal do Brasil, além de ser necessário rever a carga tributária, tem de mexer na despesa.
  • A inflação pode cair ainda mais? O BC poderia ser mais agressivo no corte de juros?
  • Nenhum analista previa a inflação tão baixa. A redução da inflação de serviços tem sido enorme. A recessão é condição necessária, mas não é suficiente para a queda da inflação. Nunca vi desinflação de serviços como a que estamos vendo agora, isso influencia no poder de compra. A perspectiva pode ser até de uma inflação abaixo de 3% este ano. Para o ano que vem, a tendência é muito mais desinflacionária do que inflacionária. Hoje, faz todo sentido continuar reduzindo juros e, se errar a mão, o Banco Central pode corrigir a rota e o mercado vai entender, não vai abalar a credibilidade. Ainda tem espaço para essa política monetária, tem espaço para cortar juros. A questão é que a política monetária também depende da melhora fiscal.
  • Como a sra. avalia as chances atuais de aprovação da reforma da Previdência?
  • Olhando a situação política, acabo sendo mais pessimista. A PEC do teto de gastos fica inviável. Como vai sustentar uma PEC sem reformas? É só cruzar as informações, ainda há muito desperdício do governo. Continuando nesse ritmo, em 2019 não dará para cumprir a PEC dos gastos. No ano que vem, ainda dá, mas temos riscos. A relação dívida/PIB vai subir de qualquer forma. Mesmo em um cenário otimista, chega fácil a 80% no ano que vem. Sem reformas, não consigo imaginar uma solvência.
  • Como fica a equipe econômica no meio da crise?
  • Temos vários riscos hoje. Participar desse governo é realmente uma decisão pessoal muito difícil, as pessoas que estão lá estão pensando no Brasil, no Estado brasileiro, não nesse governo, tenho muita clareza disso. Mas é uma posição difícil, eles sabem que são os fiadores para o mercado.
  • Com a escalada da crise política, há risco de uma “sarneyzação” do governo Temer?
  • Temos algumas vantagens em relação àquele período, uma situação externa favorável, a balança de pagamentos não é um problema, os investidores estrangeiros estão benevolentes com o Brasil. Na época do Sarney, a inflação financiava as contas públicas e os mais pobres perdiam. Tem alguma margem de manobra para ser mais otimista agora do que em relação aos anos 1980. Mas é insano, o País vai ao abismo e não tem uma reação dos políticos. A gente precisa reconstruir essa pinguela até 2019.
  • “Metroviários decidem ficar fora da greve geral”
 
 
  • CAPA – Manchete principal: “Benefício de delação deve ser definido pelo juiz, diz Dodge”
  • “Bandeira amarela pode voltar à tarifa em julho”
  • “Analistas veem estabilidade no mercado de trabalho” - Depois dos dados mais favoráveis de emprego em abril, o mercado de trabalho continuou dando sinais de estabilização no mês passado. No trimestre encerrado em maio, a taxa de desemprego manteve-se em 13,6%, conforme a média de 25 estimativas colhidas entre consultorias e instituições financeiras pelo Valor Data. As projeções para o dado da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, que será divulgada hoje, variam de 13,3% para 13,9%. Caso a expectativa se confirme, a diferença entre a taxa do período e a registrada no mesmo intervalo do ano passado também continuará estável, em 2,4 pontos percentuais.
  • “IGP-M cai pelo 3º mês seguido; em 12 meses, recuo é de 0,78%”
  • “Remuneração de funcionário de empresa estatal terá teto”
  • “Precatórios aprofundam déficit de maio” - O governo central (composto por Tesouro Nacional, Previdência Social e Banco Central) registrou um resultado negativo recorde e bem pior do que o mercado esperava para o mês de maio. O pagamento antecipado de R$ 10 bilhões em precatórios relativos a despesas de pessoal e de Previdência, que não foi sinalizado previamente pelo Tesouro, foi determinante para o surpreendente déficit de R$ 29,37 bilhões no mês passado. No acumulado do ano, o saldo negativo é de R$ 34,98 bilhões, outro recorde histórico.
  • “Resultado do mês não representa maior deterioração fiscal” - O elevado déficit primário do governo registrado em maio (R$ 29,4 bilhões) surpreendeu o mercado e os especialistas em contas públicas, que projetavam um déficit bem menor. A impressão que ficou, com a divulgação do resultado, é que houve uma expressiva deterioração fiscal, o que efetivamente não ocorreu. O governo falhou ao não informar ao mercado, antecipadamente, que tinha alterado o cronograma de pagamento dos precatórios da União (relativos a servidores públicos e aos benefícios previdenciários). Antes, eles eram pagos em novembro e dezembro. Agora, serão pagos em maio e junho. (...)Em 2014, o governo da ex-presidente Dilma Rousseff decidiu adiar o pagamento dos precatórios da União, que eram pagos em abril e junho, para novembro e dezembro. Na época, o objetivo foi postergar despesas para cumprir as metas fiscais intermediárias. O atual governo decidiu reverter essa "pedalada fiscal" feita no governo Dilma, mas esqueceu de dar publicidade à medida.
  • “Nível de incerteza econômica é o maior em 2 anos” - A piora do ambiente político registrada a partir da divulgação da gravação de conversa entre o empresário Joesley Batista, da JBS, e o presidente Michel Temer, levou o Indicador de Incerteza da Economia (IIE), da Fundação Getulio Vargas (FGV), a atingir neste mês o maior patamar em quase dois anos. O índice subiu 14,4 pontos ante maio, para 142,5 pontos, o mais elevado nível desde agosto de 2015 (143 pontos), poucos meses antes de o então presidente da Câmara dos Deputados Eduardo Cunha (PMDB), aceitar o pedido de impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT), assinalou o economista da fundação Pedro Costa Ferreira. (...) Segundo Ferreira, em junho, houve uma ligação direta entre ambiente político e importantes decisões com impacto na economia. As reformas trabalhista e previdenciária, bem como medidas de ajuste fiscal, estão dependendo de decisões políticas, disse o economista. (...) O especialista não descartou a possibilidade de o indicador manter tendência de crescimento nos próximos meses.
  • “Dúvida sobre reformas é entrave à retomada, diz Ipea”
  • “Raquel deve fazer correções na Lava-Jato” - Entre suas propostas estão a criação de um grupo de procuradores para avaliar se os delatores estão cumprindo as obrigações firmadas nos acordos de colaboração, caso contrário eles poderão ser revistos. Raquel propõe mecanismos para garantir o sigilo das investigações, evitando vazamentos, e defende cooperação entre órgãos da administração pública nos acordos de leniência, para garantir segurança jurídica. Propõe ainda medidas para reduzir o "custo Brasil" - como um diagnóstico das ações civis públicas para paralisar obras por questões como fraudes em licitações. "A obra foi paralisada, mas resolveu-se o problema do asfalto esburacado?”, questiona. Raquel não adiantou como será formada sua equipe, mas entre os cotados para integrá-la estão os procuradores regionais da República Alexandre Camanho, ex-presidente da ANPR, além de Raquel Branquinho, José Alfredo e Alexandre Espinosa, que atuaram no processo do mensalão.
  • “Supremo confirma validade das delações da JBS”
  • “Governo troca comando de Furnas para atender presidente da CCJ” - Às vésperas de o presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), Rodrigo Pacheco (PMDB-MG), definir o relator da denúncia contra o presidente Michel Temer pelo crime de corrupção passiva e conduzir a votação, o governo se movimenta para atender uma reivindicação do pemedebista e substituir o atual presidente de Furnas, Ricardo Medeiros. O indicado para o comando da estatal, principal subsidiária da Eletrobras, é o atual diretor de Administração, Júlio Cesar Andrade, que chegou ao cargo com apoio do senador Romário (Podemos-RJ), mas recebeu a chancela da bancada do PMDB de Minas há dois meses, por conta da insatisfação com a "falta de ajuda" de Medeiros. (...)Além da análise da denúncia pela CCJ, a troca também atende aos deputados mineiros, que reclamam que este é o primeiro governo na história que não tem um ministro do Estado. São 53 deputados que votarão pela continuidade - ou arquivamento - da denúncia. Uma maioria de insatisfeitos com a gestão de Furnas.
  • “Com centrais divididas, greve deve ter baixa adesão”
  • “Para oposição, só fato novo pode derrubar reforma” - A vitória folgada do parecer de Romero Jucá (PMDB-RR) anteontem na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), 16 votos a 9, deixou a oposição com poucas perspectivas de derrotar a reforma trabalhista em plenário. A sensação geral no Senado é a de que o texto, que modifica mais de cem artigos da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), será aprovado  pelos senadores e irá a sanção presidencial antes do início do recesso parlamentar, em 17 de julho. A estratégia, agora, é tentar postegar ao máximo a votação, que o governo quer que ocorra já na semana que vem. Apesar de verem a reforma trabalhista como uma pauta muito mais dos empresários do que do governo Temer, os opositores acreditam que só um "fato novo" relacionado às denúncias de corrupção contra o presidente pode mudar o quadro favorável à aprovação da medida.
  • “Doria sofre novo revés político na Câmara de Vereadores” - Bandeira da gestão do prefeito, projeto de privatizações e concessões é retirado pela quarta vez da pauta da Câmara, em meio a críticas da base aliada
  • “Meta de inflação cai pela primeira vez em 14 anos”
  • “Medida tem boa acolhida no mercado, mas analistas alertam para risco fiscal”
  • “Mais um mês de quedas para as commodities”

terça-feira, 23 de maio de 2017

Meus meninos são demais

https://youtu.be/r6UhuOpWH10

FPA Análise de Mídia - 23/5

FPA Análise de Mídia - 23/5


Tentando auxiliar e sempre no chamamento da  analise não partidaria dos fatos, aqui vai nossa contribuição.


Fonte

FUNDAÇÃO PERSEU ABRAMO
Rua Francisco Cruz, 234 - Vila Mariana - CEP 04117-091 - São Paulo - SP - Brasil
Fone: (11) 5571-4299 - Fax (11) 5573-3338
Agência FPA: Imprensa - imprensa@fpabramo.org.br


  •  
    CAPA
     – Manchete principal: “Áudio é imprestável, diz perito de Temer; defesa retira recurso”
  • EDITORIAL – “Sobre golpes e eleições” é uma crítica à militância que, segundo a Folha, “ainda chama de golpe o impeachment de Dilma Rousseff”. O editorial afirma que Michel Temer vive processo idêntico e com os mesmos ingredientes: investigação policial, veículos de comunicação e com o mercado protegendo os seus interesses. Para o jornal não houve golpe, mas ele considera que a punição foi desmedida e que o destino de Dilma poderia ter sido outro se ela não tivesse perdido o apoio popular em função da recessão que produziu e do “estelionato eleitoral” que cometeu. A Folha afirma que na essência a situação de Temer tem os mesmos ingredientes e que caberá ao mesmo grupo político que causou a derrocada de Dilma decidir se Temer deverá cair. No entanto, o diário paulista considera que apesar de ser uma mudança nas regras do jogo, o que não é muito aconselhável, as eleições diretas podem ser uma boa solução.
  • COLUNA PAINEL – MICHEL TEMER: Com o acordo tácito de que terá o suporte do PSDB e do DEM até, ao menos, o desfecho de seu julgamento do TSE, em junho, o presidente Michel Temer trabalha agora para conter a construção de uma alternativa viável para substituí-lo no Planalto. A insegurança sobre o que viria com uma possível queda favorece sua permanência no posto. O governo jura ter o apoio do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), citado pela base aliada e partidos como o PT como uma opção.
  • COLUNA PAINEL – RODRIGO MAIA: Caberia a Rodrigo Maia conduzir o processo de uma eleição indireta. Nesse cenário, aliados do deputado reconhecem que ele teria dois fatores a seu favor: já estaria no comando do país e ainda poderia negociar a cadeira de presidente da Câmara para angariar apoio.
  • COLUNA PAINEL – PERÍCIA: Ainda que o governo consiga sustentar, com laudo da Polícia Federal, que houve alguma edição no áudio feito por Joesley Batista com Michel Temer, aliados do presidente admitem que o peemedebista ganharia apenas fôlego jurídico, não político.
  • COLUNA PAINEL – LULA: Na série de reuniões que comandou em seu instituto nesta segunda (22), Lula estimulou o PT a ampliar o debate sobre eleições diretas. Há a constatação de que, se a proposta for vista como uma bandeira da sigla, ela não vai prosperar. O ex-presidente disse que, sem gente nas ruas, será difícil fazer o debate sobre novas eleições presidenciais avançar. Ainda indicou que o PT não deve estimular uma solução pela eleição indireta, via preferida por siglas como o PSDB.
  • COLUNA PAINEL – TUCANOS: Em privado, tucanos admitem que a melhor saída para a crise seria a cassação da chapa Dilma-Temer pelo TSE. Dizem que, dessa maneira, o presidente sairia por um “caminho constitucional”, abrindo espaço para “uma transição ajuizada”, garantindo “o andamento das reformas”.
  • COLUNA PAINEL – DIRETAS JÁ: Movimentos sociais de esquerda, liderados pelas frentes Povo sem Medo e Brasil Popular, estão organizando comícios pelo país em defesa das diretas. O primeiro deles acontece no fim de semana, no Rio. Há articulação para um ato em São Paulo, nos moldes do de 1984, no Anhangabaú.
  • “Temer desiste de suspender inquérito no STF e contrata perícia particular” - Ao mesmo tempo em que desistiu de pedir no Supremo Tribunal Federal a suspensão do inquérito aberto contra ele após as delações do grupo JBS, Michel Temer recrudesceu o esforço para tentar, no Congresso, se reerguer da pior crise de seu governo. O presidente mobilizou líderes de partidos governistas e pediu empenho para aprovar, nas próximas duas semanas, um pacote de medidas econômicas que consigam recuperar o apoio de organizações da sociedade civil e do mercado financeiro. Em reunião com a equipe econômica, Temer atendeu a uma demanda da base e aprovou a elaboração de uma versão mais generosa do Programa de Regularização Tributária, que institui uma nova regra de refinanciamento de dívidas com a Receita Federal, o chamado Refis. Segundo a Folha apurou, o novo texto prevê percentual de desconto nos juros de 40% a 50%. Outro ponto que ainda será negociado é o prazo para parcelamento, que deve ficar entre 150 e 160 meses. Temer também tentará aprovar o projeto de convalidação de incentivos fiscais, além das medidas provisórias. O governo, entretanto, vai enfrentar a resistência da oposição, que promete barrar as votações. Parlamentares aliados apontam para o risco de que, se o presidente não obtiver sucesso nesses primeiros testes no Congresso, sua gestão pode ficar fragilizada de vez, em um sinal de que perdeu apoio de sua coalizão.
  • “PGR busca focar denúncia contra Temer em propina entregue a assessor” - Segundo a Folha apurou, procuradores consideram que a gravação da conversa entre Temer e o empresário da JBS Joesley Batista, feita em 7 de março no Palácio do Jaburu, é dispensável para a continuidade do processo. Investigadores avaliam que a relação entre Temer e Rocha Loures está comprovada em outras interceptações telefônicas, feitas na fase em que a Polícia Federal passou a acompanhar o caso - a fase das ações controladas -, e que prová-la não depende da gravação feita pelo empresário. A defesa de Temer, por outro lado, tem sustentado que o áudio, de qualidade ruim, é a principal prova de que dispõe a investigação.
  • “Contratado por Temer, Molina diz que áudio não pode ser usado como prova” - Contratado pela defesa de Michel Temer, o perito Ricardo Molina disse nesta segunda-feira (22) que a PGR (Procuradoria-Geral da República) é "ingênua" e "incompetente" ao utilizar a gravação de uma conversa entre Joesley Batista com o presidente como prova para abrir um inquérito contra o peemedebista. Segundo o perito, o gravador usado pelo empresário da JBS é "vagabundo" e "não é possível" garantir que a gravação seja "autêntica", portanto, argumenta Molina, o áudio não pode ser utilizado como prova judicial. "O que tem no laudo [da PGR sobre a gravação] é coisa de gente que não sabe mexer em áudio", disse o perito. "Não vou citar nomes, mas conheço quem assina [o documento da PGR] e, se colocarem eles aqui na minha frente, vão começar a gaguejar". Durante apresentação de seu laudo, em coletiva à imprensa em Brasília, Ricardo Molina disse que o áudio está "contaminado por inúmeras descontinuidades", com diversos pontos "inaudíveis" e de "possível edição", o que, para ele, seriam "suficientes" para "jogar a gravação no lixo".
  • “Instituto entra com pedido no STF para cassar acordo de delação da JBS” - O Ibradd (Instituto Brasileiro do Direito de Defesa) protocolou nesta segunda-feira (22) no STF (Supremo Tribunal Federal) um mandado de segurança que pede o cancelamento da homologação do acordo de delação premiada do grupo J&F, que inclui a empresa JBS. A entidade considera que o acordo foi "light e extremamente favorável" aos executivos e que a homologação deveria ter sido feita pelo plenário do STF, e não apenas por decisão do ministro Edson Fachin. O Ibradd lembra que a JBS teve faturamento de R$ 170 bilhões em 2016 e considera "insignificante" a multa proposta aos colaboradores, de cerca de R$ 250 milhões, e ao grupo de empresas, de R$ 11 bilhões. Os valores ainda estão sendo negociados.
  • “Mala com dinheiro da JBS entregue a aliado de Temer está desaparecida” - A mala teria sido levada, de acordo com a investigação, para a casa do pai do deputado, em um primeiro momento. Na operação deflagrada na última quinta (18), que contou com busca e apreensão em diversos endereços, a bolsa não foi localizada. Diferentemente da mala de dinheiro entregue a Frederico Medeiros, primo de Aécio Neves, a de Loures não tinha chip para identificar a localização. Rocha Loures aparece citado pelo Michel Temer como seu homem de confiança e com quem Joesley poderia tratar "tudo". O Ministério Público suspeita que o presidente tenha sido também um dos destinatários da propina.
  • “Em áudio, deputado se diz 'emissário' de Temer e marca hora para Joesley”
  • “Barroso libera ação do STF que discute eleições diretas em caso de vacância da Presidência” - O STF (Supremo Tribunal Federal) pode discutir nos próximos dias a possibilidade de realização de eleições diretas no caso de vacância do cargo depois de transcorridos dois anos de mandato.
  • “Incerteza política volta a pesar nos mercados e Bolsa cai 1,5%; dólar sobe”
  • “Tucanos buscam nome descolado de Aécio Neves para o governo de MG”
  • “Ministério Público Federal denuncia Lula no caso do sítio de Atibaia” - A força-tarefa da Operação Lava Jato denunciou mais uma vez o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, nesta segunda (22) –desta vez, sob acusação de corrupção e lavagem de dinheiro no sítio de Atibaia (SP). Além de Lula, foram denunciadas outras 12 pessoas. Entre elas, estão os empresários Emílio e Marcelo Odebrecht, da empreiteira Odebrecht; Leo Pinheiro, da OAS; o pecuarista José Carlos Bumlai; e um dos proprietários do sítio, Fernando Bittar. Segundo a denúncia, o ex-presidente se beneficiou de R$ 1,02 milhão em benfeitorias no sítio, que era frequentado pelo petista e seus familiares. As reformas teriam sido pagas pelas empreiteiras Odebrecht e OAS.
  • “Reforma da Previdência não tem mais data, diz relator”
  • “Governo desbloqueia R$ 3,1 bi do Orçamento de 2017”
 
 
  • CAPA – Manchete principal: “Temer desiste de suspender inquérito e ataca gravação”
  • “Temer aciona plano B” - Sob risco de ser derrotado no Supremo Tribunal Federal, o presidente Michel Temer mudou de estratégia. Depois de, no sábado, anunciar pedido para suspender inquérito aberto para investigá-lo, ontem Temer desistiu da ideia. A defesa do presidente avisou ao relator da Lava-Jato, ministro Edson Fachin, que não será mais preciso submeter ao plenário do STF o pedido de paralisação da investigação sobre as acusações feitas pelo empresário Joesley Batista, do grupo JBS. Os advogados recuaram por receio de manchar ainda mais a imagem do presidente em meio à crise. Mas a versão oficial da defesa foi outra. Na saída do gabinete de Fachin, o advogado Gustavo Guedes disse que o presidente estava satisfeito com a decisão do relator de determinar que a Polícia Federal realize diligência nos áudios. Agora, a prioridade seria elucidar o caso o quanto antes, desqualificando a gravação feita por Joesley Batista.
  • “PF ainda não conseguiu encontrar mala com R$ 500 mil entregue a aliado do presidente”
  • “Para perito contratado por Temer, gravação de Joesley é ‘carne podre’”
  • “Versão da defesa do presidente é contestada” -  O professor da Universidade Federal de Alagoas George Sanguinetti e o perito forense e professor da Universidade Estadual do Rio de Janeiro Nelson Massini contestaram o parecer da defesa do presidente Michel Temer e avaliam que o áudio da gravação feita pelo empresário Joesley Batista do diálogo no porão do Palácio do Jaburu tem ruídos e interferências, mas pode ser usado como prova em qualquer julgamento. Sanguinetti foi além e analisou ponto a ponto as explicações do perito Ricardo Molina. Ele lamentou que o colega não tenha feito uma análise técnica da gravação e disse que refez seus próprios testes após a entrevista da defesa do presidente. Fica evidente, segundo ele, que não há edições. “Eu entendo que o senhor assistente técnico de defesa, na ânsia de ajudar, tenha esquecido a metodologia e a boa técnica pericial. Um perito não pode citar “provavelmente”, “possivelmente”. Ele tem que ser afirmativo”, disse Sanguinetti ao GLOBO. Segundo ele, Molina mostra, ao longo de sua análise, apenas dúvidas, mas não prova nada.
  • “Carne Fraca só foi realizada dez dias após encontro” - Motivo apresentado pelo presidente da República, Michel Temer, para receber o empresário Joesley Batista, dono da JBS, na calada da noite, no Palácio do Jaburu, a Operação Carne Fraca da Polícia Federal só foi deflagrada dez dias depois do encontro. Temer apontou a operação como justificativa para a reunião, em entrevista publicada ontem no jornal “Folha de S.Paulo”, mas enquanto o encontro com o empresário ocorreu no dia 7 de março, a PF só deflagrou a Carne Fraca no dia 17 daquele mês. Após a publicação da matéria no site do GLOBO sobre a contradição, a assessoria de imprensa da Presidência da República disse que Temer se “equivocou”, mas não informou qual seria, então, o real motivo para o encontro.
  • “OAB pede impeachment do presidente por crime de responsabilidade na conversa com empresário”
  • “Aliados veem em julgamento do TSE dia-chave” - Apesar de ter aberto mão da antecipação de seu dia D no Supremo, ao desistir do recurso para suspender o inquérito aberto contra ele, os principais partidos da base já consideram que dentro de duas semanas haverá outro dia chave para o governo: o julgamento no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra a chapa presidencial Dilma-Temer. Se cassada a chapa, Temer tem que deixar o cargo de presidente. Para tentar ganhar força até lá, o governo deu início ontem a uma estratégia para demonstrar força no Congresso para aprovar medidas econômicas importantes. O presidente interino do PSDB, senador Tasso Jereissati (CE), foi cuidadoso ao ser indagado se o partido manteria o apoio ao governo e disse que o melhor, para os tucanos, é acompanhar as decisões judiciais do STF e pelo TSE. Nos bastidores, caciques do PSDB apostam na cassação da chapa presidencial junto ao TSE como saída honrosa para que Temer deixe a Presidência da República. Alguns aliados acham que o adiamento do STF e a perícia apresentada por Temer ontem foram uma “vitória” que deu a ele “sobrevida”. Mas essa sobrevida será colocada em xeque a cada novo desdobramento da crise.
  • “Janot insiste no Supremo e volta a pedir prisão de Aécio” - O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, pediu ontem que o plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) determine a prisão do senador afastado Aécio Neves (PSDB-MG) e do deputado afastado Rodrigo Rocha Loures (PMDBPR). Os dois são acusados de corrupção passiva, lavagem de dinheiro, obstrução de justiça e organização criminosa. Janot pede que o plenário do STF reconsidere a decisão do ministro Edson Fachin, que rejeitou o pedido, e decrete a prisão preventiva do senador e do deputado. Primeiro Janot pede que Fachin revise a própria decisão. Como considera que ele pode não acolher o pedido, o procurador solicita que o caso seja levado em caráter de urgência a apreciação dos 11 ministros do tribunal. Para o procurador geral, a prisão de Aécio e de Loures é “imprescindível para a garantia da ordem pública e da instrução criminal”.
  • “Lula é denunciado por lavagem e corrupção” - O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi denunciado pela terceira vez à Justiça Federal do Paraná por corrupção e lavagem de dinheiro, agora relacionadas ao sítio de Atibaia (SP). Segundo a força-tarefa da Lava-Jato, o gasto de R$ 1,020 milhão com obras do imóvel, para adequá-lo à família Lula, foram pagos de forma oculta pelas empreiteiras Odebrecht, OAS e Schahin.
  • “Lula e familiares teriam recebido ao menos R$ 82 milhões” - Também presente nas denúncias feitas por Joesley Batista, da JBS, o expresidente Luiz Inácio Lula da Silva soma pelo menos R$ 82 milhões em vantagens indevidas que ele e seus familiares são acusados de receber no esquema de corrupção investigado pela Lava-Jato. Segundo cálculo feito pela revista “Época”, essa quantia foi obtida “em vantagens indevidas — bens ou pagamentos ilegais.” O montante, porém pode ser maior porque foi somado antes da delação de Joesley, que afirmou ter separado US$ 70 milhões de propina em uma conta cujos extratos eram, segundo o empresário, de conhecimento de Lula. Além do apartamento tríplex no Guarujá e de reformas no sítio de Atibaia, o petista responde por ser beneficiário na aquisição de uma nova sede para o Instituto Lula, de envolvimento na compra de um apartamento no prédio onde mora, além de ter seu nome associado ao pagamento, pela OAS, da manutenção do acervo presidencial.
  • A conta feita pela reportagem da revista “Época” é absurda.
  • “Em SP, Cracolândia resiste após operação”
  • EDITORIAL – “Delação de Joesley recebe descabida premiação” é uma crítica ao acordo firmado pela PGR com os donos da JBS. Na visão do jornal o acordo foi positivo demais para os empresários que deveriam receber algum tipo de punição.
  • “S&P pode reduzir ‘rating’ do país devido à instabilidade política”
  • “Em meio à crise, governo prevê novas receitas e libera R$ 3,1 bi”
 
 
 
  • CAPA – Manchete principal: “Temer recua em pedido de suspensão de inquérito”
  • EDITORIAL – “A delação que é um escândalo” é uma crítica à delação premiada da JBS. O Estadão afirma ser surpreendente que denúncias tão graves tenham sido divulgadas, “assumindo, assim, ares de verdade”, sem que o seu conteúdo tenha sido averiguado previamente. Para o jornal, a compra do silêncio de Eduardo Cunha não existe e o MPF só quis obter notoriedade. Em consideração final, o Estadão afirma que o combate a corrupção é fundamental mas deveria ser feito de maneira menos descuidada.
  • “Temer desiste de pedido de suspensão de inquérito” – Segundo a reportagem, o Planalto mudou a estratégia porque considerou que o julgamento no STF seria um “tiro no pé”. Caso o plenário seguisse a decisão de Fachin, isso representaria o fim do governo.
  • “Perícia contratada diz que áudio não vale como prova” – Diferente dos outros jornais, o Estadão dá pouca atenção para a notícia e informa no final que contratado pelo escritório de Temer, Ricardo Molina não quis revelar o valor que recebeu.
  • “Risco de derrota dita mudança de tática”
  • “Para Tasso, país não pode ser alvo de uma aventura” – O presidente do PSDB prega cautela com relação a Michel Temer e afirma que é preciso ter paciência para não piorar a situação do país.
  • “PT discute solução acima dos interesses partidários” – Em uma série de reuniões realizada ontem, Lula discutiu a possibilidade de eleições indiretas, o que contraria a posição do PT que é a favor de eleições diretas.
  • “Supremo poderá ter de definir regra sobre eleição indireta”
  • “Janot pede prisão de Aécio e Loures”
  • “’Falta qualidade intelectual e moral a Aécio’, diz tio do tucano”
  • “MPF retoma negociação de leniência com J&F”
  • “Sítio em Atibaia leva Lula à sexta denúncia”
  • “Sem-terra invadem fazenda de ex-assessor de Temer”
  • “Operação cria ‘Cracolândia flutuante’ no Centro; governo inicia internações”
  • “Carro leva 30% da pessoas e responde por 70% da poluição”
  • “Ações da JBS caem 31,3% e empresa perde R$ 7,5 bi em valor de mercado”
  • “Dólar fecha em alta de 0,6% e bolsa tem queda de 1,54%”
  • “S&P pode rebaixar nota do Brasil”
  • “Meirelles afirma que reformas vão avançar”
  • “Governo libera R$ 3 bilhões do Orçamento”
 
 
  • CAPA – Manchete principal: “Caso JBS ficará de fora de julgamento do TSE”
  • “Em meio à crise política, governo libera R$ 3,1 bilhões para gastos” - O desbloqueio no Orçamento só foi possível por conta da edição de medidas provisórias que devem gerar receitas antes não previstas de mais de R$ 8 bilhões, em um cenário otimista da equipe econômica. Além disso, a expectativa de receitas com o pré-sal trouxe mais R$ 4,3 bilhões para o Orçamento deste ano. Dessa forma, o governo conseguiu não apenas driblar a frustração de R$ 8,4 bilhões nas receitas administradas no segundo bimestre, mas liberar espaço no Orçamento e reduzir o contingenciamento inicial de R$ 42,1 bilhões para R$ 39 bilhões.
  • “Empresas de energia e petróleo temem pelo andamento da agenda do setor” - As incertezas trazidas pela crise política têm deixado as indústrias de óleo e gás e de energia elétrica apreensivas quanto à retomada de investimentos no país e das agendas que estavam em andamento. Entre as petroleiras, a percepção é que o calendário de leilões anunciado pela atual gestão do Ministério de Minas e Energia (MME) reacendeu o ânimo  pelo Brasil, mas que a crise institucional podem prejudicar o trâmite da extensão do Repetro (regime aduaneiro especial do setor de óleo e gás), de acordo com fontes consultadas pelo Valor.
  • “Turbulência complica substituição na diretoria da ANP” - A crise instalada no governo desde a última semana deve dificultar o processo de sucessão de uma vaga na diretoria da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). O mandato do diretor José Gutman termina no fim deste mês e não há ambiente político para decidir sobre o futuro da diretoria. Também há incertezas no comando do Ministério de Minas e Energia, que tem papel relevante no processo de escolha dos diretores das agências reguladoras de petróleo e energia elétrica. Na última semana, o presidente nacional do PSB, Carlos Siqueira, defendeu que o ministro de Minas e Energia, Fernando Coelho Filho, entregasse o cargo. Coelho Filho é deputado federal pelo partido, em Pernambuco. Já o PSB do Senado, liderado por Fernando Bezerra (PE), pai do ministro, marcou reunião para tomar uma posição coletiva sobre a conjuntura política atual.
  • “Analistas estimam aceleração do IPCA-15”
  • “Meirelles admite que reforma deve atrasar” - O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, disse ontem a investidores internacionais reunidos em teleconferência pelo Banco JP Morgan que acredita na continuidade do presidente Michel Temer no cargo, mas ponderou que as alternativas que se comentam nos bastidores políticos como possíveis sucessores do presidente são todas favoráveis à reforma da Previdência. Segundo fontes ouvidas pelo Valor, a mensagem central de Meirelles nas duas vezes em que conversou com investidores nessa segunda-feira (de tarde ele falou com brasileiros em evento promovido pela corretora Icap), foi de que a reforma previdenciária deve sofrer atraso de algumas semanas ou meses por conta da crise, mas que há convencimento e consenso da classe política sobre a necessidade de aprovação da medida, prioridade do atual comando da economia.
  • “Balança tem saldo de US$ 1,8 bi na semana”
  • “Supremo aguarda perícia para tomar decisão sobre Temer”
  • “Joesley teria omitido trecho em que falou com presidente sobre temas pessoais “ - A gravação da conversa de Joesley Batista com o presidente Michel Temer teria sido editada pelo empresário, de modo a omitir assuntos de natureza pessoal abordados no diálogo. Joesley teria suprimido alguns minutos da conversa, que, originalmente, teve cerca de 10 minutos a mais de duração e não apenas 38 minutos, de acordo com fontes próximas à investigação ouvidas pelo Valor PRO, serviço de informação em tempo real do Valor. "Não há montagem, de modo a alterar a compreensão dos fatos abordados e relacionados ao presidente. Falta um pedaço [da gravação], mas isso não altera a lógica ou a cronologia dos fatos que foram abordados na conversa", garante pessoa a par do caso ouvida reservadamente pela reportagem. Conforme apurou o Valor, investigadores que atuaram nas delações premiadas firmadas pelos donos da JBS Joesley e Wesley Batista estão seguros quanto à autenticidade da gravação, que ensejou a abertura de inquérito policial para investigar Michel Temer no Supremo Tribunal Federal (STF) por suspeitas de obstrução à Justiça, corrupção passiva e organização criminosa.
  • “OAB apresentará pedido de impeachment presidencial”
  • “Barroso libera para julgamento ações que tratam de eleições diretas”
  • “Maia vai rejeitar pedidos de impeachment”
  • “PSDB decide dar sequência à tramitação da trabalhista”
  • “’Não seria correto deixar o Temer’, avalia Alckmin”
  • “PSDB recuou de olho na aliança com o PMDB” - O velho já morreu mas o novo ainda não pode nascer. Aos interlocutores que o procuram em busca de saídas para a crise, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso tem lançado mão de Gramsci para situar a encruzilhada em que vive o país. O presidente Michel Temer dificilmente terá condições de reunir apoio político para se manter no poder, mas as alternativas para sua substituição ainda não estão claras. Daí porque o PSDB, que estava a um passo de deixar o governo, recuou. O partido não aposta na proposta de emenda constitucional para a realização de eleições diretas e aguarda os procedimentos para o funcionamento do colégio eleitoral. Da definição de quem pode ser candidato e como se daria a eleição decorrerá a configuração da disputa. Ao permanecer no governo, o PSDB não fez uma aposta na continuidade do governo Temer, mas na manutenção da aliança com o PMDB. Sem o aliado, o partido não acredita que possa ganhar a disputa no Congresso para se manter no poder e chegar às eleições de 2018 em condições de competitividade.
  • “Oposição a Temer começa a articular candidatura” - Primeiro partido a desembarcar do governo do presidente Michel Temer, o PSB evita falar oficialmente sobre os próximos passos do partido caso o presidente Michel Temer deixe o comando do Palácio do Planalto. O partido apoia eleições diretas em caso de vacância da presidência da República, mas trabalha para construir uma proposta competitiva para apresentar caso as eleições sejam indiretas. O caminho mais viável, de acordo com nomes ligados à cúpula do partido, seria uma união com legendas progressistas. Até mesmo entre aliados de Temer há uma movimentação discreta para avaliar quem seriam as melhores possibilidades. De acordo com fontes consultadas pelo Valor PRO, PSDB e DEM devem se unir em torno de uma candidatura. Há dois nomes no radar dos partidos. Ao Valor PRO, o secretário-geral do PSB, Renato Casagrande, negou que o partido esteja sondando o ex-ministro do Supremo Tribunal Federal Carlos Ayres Britto para se filiar ao PSB e sair como candidato do partido em uma eventual eleição indireta.
  • “Com cúpula reunida, PT debate eleição indireta” - A possibilidade de eleição indireta, que enfrenta a resistência da maioria dos petistas, entrou no radar durante o encontro, que ocorreu um dia após o fracasso das manifestações de rua pelas "diretas já". Depois deixar a reunião, o governador da Bahia, Rui Costa (PT), pregou um discurso de união nacional. Defendeu uma articulação entre todos governadores e outros políticos, inclusive do PSDB, para pacificar o país e contornar a crise política. A expectativa, segundo Costa, é que haja um encontro ainda nesta semana. Apesar do aceno de Costa, afilhado político do ex-governador e ex-ministro Jacques Wagner, o presidente nacional do PT, Rui Falcão, descartou a ideia de o partido apoiar uma eleição indireta para presidente e voltou a pregar a posição da sigla a favor de uma PEC que possibilite eleição direta.
  • “MPF acusa Lula por sítio em Atibaia”
  • “Janot recorre e pede prisão de Aécio e Rocha Loures”
  • “Delcídio afirma a Moro que prestou depoimento ao DoJ“ – O depoimento ocorreu no âmbito da ação em que Lula é réu por ter supostamente recebido R$ 13 milhões em propina da Odebrecht. Além de reafirmar que o pecuarista José Carlos Bumlai, amigo do ex-presidente, era o responsável por estruturar o Instituto Lula, ele também revelou que participou de uma audiência sobre a Lava-Jato convocada pelo Departamento de Justiça dos Estados Unidos. De acordo com Delcídio, as autoridades americanas enviaram um ofício ao Superior Tribunal de
  • Justiça pedindo que o ex-senador fosse ouvido em uma oitiva. A audiência teria ocorrido na sede do Tribunal de Justiça em Campo Grande (MS), com a presença de um juiz, de procuradores do Ministério Público Federal e de advogados da Petrobras. O ex-senador não precisou a data em que a oitiva ocorreu. Fundos e investidores que processam a Petrobras nos Estados Unidos já haviam conseguido autorização na Justiça americana para ouvir diversos envolvidos no escândalo de corrupção na estatal, mas não ficou claro pelo depoimento do ex-senador se a audiência fez parte desse processo ou não. Segundo Delcídio, nenhuma autoridade americana compareceu à audiência. Foi o juiz brasileiro que leu as perguntas enviadas, que, de acordo com o ex-senador, seriam genéricas, citando trechos da delação feita por ele e perguntando se ele confirmava os fatos.
  • “Juiz homologa acordo de leniência da Odebrecht com MPF”
  • “Governo cede no Refis por apoio para continuar”
  • “Mantida perspectiva de aprovação de projetos, diz Cebrap”
  • “S&P coloca nota do Brasil em observação”
 
  • NEXO JORNAL
    - "O que é prevaricação e quais trechos do áudio de Temer sugerem o crime"
    Presidente ouviu empresário confessar obstrução em investigações, mas possibildiade de punição criminal, nesse caso, é considerada remota por especialista.

    - "Como Temer reage às suspeitas levantadas contra ele até agora"
    Presidente tenta desqualificar áudio de conversa com o dono da JBS e se irrita com questões sobre sua ligação com ex assessor que recebeu mala de dinheiro.
  • DW BRASIL 
    "MPF denuncia Lula em caso de sítio"
    Procuradores da força-tarefa da Lava Jato afirmam que ex-presidente é verdadeiro proprietário do imóvel em Atibaia. Lula e outros doze, entre eles donos de empreiteiras, são acusados de corrupção e lavagem de dinheiro

    - "Defesa de Temer desiste de recurso no STF"
    Após perícia de áudio envolvendo o presidente, advogados afirmam estar satisfeitos com resultado que encontrou "70 pontos de obscuridade" e destacam que processo no STF é importante para provar inocência de Temer.

    - "Até onde Temer pode se segurar?"
    Próximos dias testam novamente o que de fato resta do capital político do presidente. Julgamentos e tentativa de retomada de votações no Congresso devem servir como termômetro.
  • BBC BRASIL 
    - "Procuradoria foi 'ingênua e incompetente' ao aceitar áudio 'imprestável' como prova, diz perito contratado por Temer"
    Entre os pontos apontados pelo perito para desconfiar da gravação estão inúmeros "pontos de descontinuidade" e a quantidade de trechos "ininteligíveis", especialmente nas falas do presidente Michel Temer.

    - "Sem áudio original e gravador, conclusão sobre edições é precipitada, dizem peritos britânicos"
    Ele ressalva, contudo, não ser possível determinar se houve manipulação, pois essas "descontinuidades" podem ter decorrido a partir de uma "funcionalidade do gravador original, por exemplo, ativação de voz".

    - "Temer ganha fôlego com permanência de PSDB, DEM e PPS na base aliada"
    Temer conseguiu dar certa demonstração de força ao reunir importantes aliados no Palácio da Alvorada no domingo à noite.
  • EL PAÍS BRASIL
    - "PSDB e DEM adiam decisão sobre desembarque e dão sobrevida a Temer"
    Legendas decidiram protelar decisão sobre apoio ao presidente até julgamento pelo TSE

    - "Temer busca anular áudio, mas OAB diz que perícia não mudará indício de crime"
    Presidente desiste de interromper inquérito no Supremo e evita que plenário debata ao vivo seu caso. OAB, que pede impeachment, diz que fala de mandatário confirma teor da conversa com Joesley.

    - "Os trechos do discurso de Temer que chancelam áudio e complicam sua defesa"
    Pronunciamento de presidente confirma parte da conversa gravada pelo magnata JBS, que espera perícia

    - "Lava Jato denuncia Lula por obras no sítio de Atibaia"
    Ministério Público Federal acusa o ex-mandatário de corrupção e lavagem de dinheiro. Outras 12 pessoas também foram denunciadas.
 
 
  • DIÁRIO DO CENTRO DO MUNDO 
    - "Temer repete Collor e tenta confundir a opinião pública com a discussão da perícia. Por Joaquim de Carvalho"
    Como advogado, Temer e seus defensores também tentam embaralhar os fatos, só que com o jogo da perícia, para negar o óbvio: é de propina que se está falando, não de gravação.

    - "Pai de Fred, o primo de Aécio, confirma desabafo: “Ele não honra a memória do pai e do avô”"
    Sobre as especulações de que o filho poderia fazer uma delação premiada, Lauro nega. “Ele jamais faria uma delação. Ele não sabe de nada, o Fred caiu numa enrascada”, disse.

    - "Diretas Já não é “golpe” e nem “casuísmo”. Por Renan Quinalha"
    Igualar essa reivindicação ao que foi a violência institucional do impeachment de Dilma é de uma má-fé e de uma miopia política inaceitáveis.
  • TIJOLAÇO 
    - "O que somos? Bandidos?"
    O MP e e a PF pretendiam exercer poder de polícia no exterior, clandestinamente, à revelia dos governos nacionais, numa operação encoberta contra Temer em NY.

    - "Janot insiste com STF para prender Aécio e Loures. Mas não os chamou a depor"
    Aparentemente, é jogo de cena da Procuradoria, para ficar no papel de “homem da lei”, porque parlamentares só podem ser presos em flagrante, o que não é o caso.

    - "A República arde e o MP denuncia Lula por pedalinhos, barco de lata e shampoo"
    Temer sendo acusado de comprar silêncio de Cunha e de promotores, mas ainda assim MP de São Paulo quer condenação de Lula em caso de Sítio, onde o ex presidente ja admitiu que fazia uso, mas não era o dono. 
  • REVISTA FÓRUM
    - "Movimentos populares preparam grandes mobilizações para quarta em Brasília"
    Ocupa Brasília exigirá Diretas Já e o fim das reformas trabalhista e previdenciária.

    - "Trecho que ficou de fora da gravação de Joesley com Temer era sobre mulheres"
    O dono da JBS retirou essa parte para se proteger — e, não evidentemente, proteger a relação do presidente com Marcela Temer. Dos 50 minutos de gravação, 38 são conhecidos.

    - "Temer mentiu em entrevista à Folha e se enrola ainda mais"
    A justificativa que Temer deu na entrevista para ter recebido o empresário, dono da JBS, no subsolo do Palácio do Jaburu, fora da agenda oficial, foi discutir sobre a Operação Carne Fraca. A operação, no entanto, só ocorreu dez dias depois do encontro.

    - "Maia já arquivou 5 dos 8 pedidos de impeachment contra Temer"
    Presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), que também é investigado pela suspeita de corrupção passiva e lavagem de dinheiro, trata de engavetar o assunto na Casa. 
  • VIOMUNDO 
    - "Janot esnuca Gilmar Mendes: terá de votar pela prisão ou não de Aécio Neves, com quem atuou para aprovar lei do abuso de autoridade; ouça o telefonema"
    Janot, no entanto, argumentou que as gravações e interceptações telefônicas demonstrariam que Aécio e Loures “vem adotando, constante e reiteradamente, estratégias de obstrução de investigações da Operação Lava Jato”

    OPERAMUNDI
    - "Revista norte-americana Time destaca Michel Temer em lista de líderes menos populares que Trump"
    Brasileiro está 'se agarrando a seu cargo' e pode em breve se tornar o segundo presidente seguido a sofrer um impeachment no país, diz revista
  • JORNAL GGN
    - "Os ataques da Globo ao BNDES"
    Em reportagem de quase 4 minutos e meio, Fantástico contou a história de um suposto funcionário do BNDES que poderia ter favorecido o grupo JBS em transações bilionárias. 

    - "Xadrez da última aposta da Globo"
    De um lado, Temer mantem aliados comprados a peso de ouro – deputados, com cargos e emendas; imprensa, com verbas publicitárias. Mas esse jogo de interesses vale apenas até o momento em que cair a ficha de que o governo não tem mais futuro.
  • REDE BRASIL ATUAL 
    - "Após quatro dias, relator desiste de suspender reforma trabalhista"
    Senador Lindbergh Farias (PT-RJ) criticou a decisão. "Eu garanto que nós não vamos aceitar", afirmou

    - "Entidades pró-direitos humanos repudiam ação de Alckmin e Doria na Cracolândia"
    Operação do governo estadual e da prefeitura de São Paulo foi tida como “injustificada”, “desproporcional” e ineficiente

    - "Temer e as delações da JBS: grande capital dá sinais de desacordo"
    Com tiro dado contra Temer e o aprofundamento da crise, Globo planeja garantir sobrevida de um dos seus principais anunciantes ou pavimentar caminho para um herói salvador, diz Clarisse Gurgel