quinta-feira, 30 de junho de 2016

Dois candidatos transexuais - ambos chamados Misty - fazem história nos EUA


Foto de Eduardo Cruz.

Dois candidatos transexuais - ambos chamados Misty - fazem história ao vencer as primárias 

Pela primeira vez na história política dos EUA, um candidato abertamente transgênero venceu uma primária ao Congresso (major-party congressional primary). Na verdade, foram dois.

Pelo menos um antigo defensor dos direitos LGBT disse que é um grande momento para a comunidade transgênero, que francamente, viu o fato como um pouco de surpresa. The Fix poderia encontrar apenas um outro candidato transgender - local ou nacional - que ganhou sua primeira eleição depois de sair.

O povo LGBT  tendem a dizer:  'Aren't we past all the firsts?'  Fizemos muitas estreias, mas para a comunidade transgenero, este foi a mais esperada ", disse Bob Witeck

https://www.washingtonpost.com/news/the-fix/wp/2016/06/29/two-transgender-candidates-both-named-misty-just-made-history-by-winning-house-and-senate-primaries/


quarta-feira, 29 de junho de 2016

A avaliação do governo nas pesquisas de opinião pública




Em meio às manobras para a consolidação do golpe, no dia 27/6 a Ipsos divulgou nova pesquisa de avaliação do primeiro mês do governo interino de Michel Temer, com dados coletados entre os dias 2 e 13 de junho. De acordo com a pesquisa, 43% dos entrevistados consideram o governo de Temer ruim ou péssimo, 29% regular, somente 6% possuem avaliação positiva do novo governo e 22% não souberam avaliar.

Em comparação com a pesquisa do mês anterior, ainda sob gestão de Dilma, diminuiu a reprovação do governo (de 68% para 43%), o que não refletiu em aumento de aprovação, que também caiu de 9% para 6%, mas no aumento do "regular' (de 21% para 29%) e do "não sabe/não respondeu" (de 2% para 22%). 

O alto índice de não sabe indica que população está esperando para poder avaliar, ou dando uma chance para esse governo “acertar”, uma vez que o governo interino nada mais é do que o resultado da insatisfação da população com Dilma e, não tendo sido eleito, também não tem nenhum compromisso com a população. O discurso de golpe também, de alguma forma, reverbera e faz com que a população esteja mais cautelosa ao avaliar o governo nesse momento. 

A sequência de ações, muitas delas de claro teor entreguista, acelerando a privatização e internacionalização de nossa economia, mostram que a classe dominante não aceitou a redução das desigualdades que se anunciava e que esse governo veio para alinhar-se subalternamente à política internacional e conduzir o partido dos trabalhadores à ilegalidade.


terça-feira, 28 de junho de 2016

Deterioração contínua do mercado de trabalho brasileiro



Carta de conjuntura do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) aponta que, no primeiro trimestre de 2016, as condições do mercado de trabalho permaneceram em deterioração: a taxa de desemprego alcançou 11,2%, 3,2 pontos percentuais acima do mesmo período do ano anterior, sendo os mais atingidos pelo desemprego os jovens entre 14 e 24 anos, como havíamos discutido em notas anteriores.

Segundo a carta, desde o último trimestre de 2015, os dados da PNAD Contínua indicam que o aumento do desemprego foi causado majoritariamente pela queda da população ocupada. Aponta-se também um aumento da informalidade, com o crescimento dos trabalhadores que se encaixam na categoria conta própria (PNAD Contínua).

A tabela abaixo mostra a evolução taxa de desemprego para diferentes grupos demográficos, que é mais intenso no Nordeste, entre as mulheres, os mais jovens (até 25 anos), os que não são chefes de família, com ensino médio incompleto e nas regiões metropolitanas. No entanto, percebe-se que o desemprego tem crescido mais entre os chefes de família, por exemplo.

Já o gráfico abaixo mostra a evolução do saldo de postos de trabalho na economia brasileira, segundo o CAGED.

A carta mostra que a redução nos salários reais foi pior em setores que exigem menor qualificação. Assim, a queda generalizada nos rendimentos e na ocupação fizeram que, no trimestre entre fevereiro e abril de 2016, a massa salarial se situasse em 173 bilhões de reais (em R$ de março de 2016), mesmo patamar de três anos atrás.

O panorama para o mercado de trabalho – e assim para os milhões de brasileiros que dependem dele – continua desfavorável, ainda mais em um governo interino que não mostra ter como prioridade a renda e o emprego.


segunda-feira, 27 de junho de 2016

ENQUANTO ISSO

Chefe Negócios Estrangeiros da UE sinaliza por um Exército da UE 


Logo após a Grã-Bretanha votar para deixar a União Europeia (UE), o seu chefe de assuntos externos, Elmar Brok, pediu ao bloco econômico e político para ir em frente com planos para criar um exército.

O político alemão Die Welt disse que os países europeus têm de cooperar mais estreitamente em questões de defesa, e sugeriu que a UE precisa de um quartel-general militar. 

Ele disse:

"Precisamos de uma sede comum (militar) e uma coalizão (de países da União Europeia), agindo em conformidade com a cooperação estrutural permanente do Tratado da UE. De um grupo tal exército da UE poderia eventualmente surgir. "

Sr. Brok sugeriu que as forças podem ser espelhadas na Brigada franco-alemã, uma brigada militar especial dos Eurocorps da União Europeia.

Quem viver verá . E os inimigos...quem serão !

UMA PARADINHA PRA PENSAR



Os cidadãos do Reino Unido votaram para sair da União Europeia.

Ao fazê-lo, fazem o que sempre fizeram em meio milênio sem nunca pacificar o continente mais devastado pela guerra no planeta Terra.

A Europa sempre esteve em guerra consigo mesmo. A Pax Romana nunca  pacificou 
totalmente as tribos germânicas. E assim foi durante a Idade Média. A batalha de Agincourt solidificou a inimizade entre o Inglês e o Francês.

A Guerra dos Trinta Anos foi um dos conflitos mais sangrentos da história da humanidade. As guerras napoleônicas abalaram o mundo. E as guerras mundiais do século 20 mataram cerca de metade do número de pessoas que tinha existido em todo o planeta no momento em que Júlio César conquistou a Grã-Bretanha para Roma 2.000 anos antes.

Depois de muitas dessas guerras aconteceram tentativas de alcançar a paz entre as nações destruídas pela guerra da Europa. A Paz de Westphalia, o Congresso de Viena, e o Tratado de Versailles ... todas destinadas a criar um sistema europeu de paz.

Eles todos falharam. E o povo simples, o trabalhador pagou as contas !

quarta-feira, 22 de junho de 2016

#‎Oaxaca‬ ‪#‎México‬ ‪#‎Urgente‬


Momento em que a polícia federal dispara contra as pessoas na autopista de Asunción em Nochixtlan. A polícia utilizou armar automáticas de alta potência no dia 19 de junho quando atacou professores e moradores que bloqueavam a via em protesto contra a reforma da educação.
Deixando um saldo de pelo menos 10 mortes e quase 60 feridos. Esse vídeo é uma evidência mais que suficiente para desmentir a versão que o governo mexicano segue difundindo ...
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Entenda o que está acontecendo em Oaxaca - Mexico



O Estado de Oaxaca, México, vive dias de insurreição pacífica e organização popular. Em contrapartida, também é o cenário de um estado de violência e repressão política, que já resultou em muitos feridos e mortos.

O início deste processo data de 22 de maio, durante manifestações de professores que exigiam aumentos salariais, entre elas uma marcha de 70 mil pessoas. Em resposta à reivindicação da categoria, o governador Ulises Ruiz adotou a tática da repressão contra os professores, causando imensa indignação no povo de Oaxaca. Camponeses e indígenas aderiram aos protestos e formaram a Assembléia Popular dos Povos de Oaxaca (APPO), exigindo a destituição de Ulises.

E não parou por aí, a APPO reivindica que Oaxaca seja gerida pelo próprio povo, através de assembléias populares. A repressão só aumenta a cada dia, tendo assassinado muitas pessoas, entre elas Brad Will, jornalista do Centro de Mídia Independente (CMI). O presidente mexicano Vicente Fox e o governador Ulises Ruiz estão dispostos a acabar com o movimento popular de Oaxaca com mais violência, enviando soldados para o Estado.

 Existem barricadas que não se apagam, as que ardem com o coração << 10 anos de território rebelde - Arte de Gran OM & El Dante



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Estos son los niños de Oaxaca.
Esto nunca lo veremos en televisión nacional.
Após horas de confronto pelas ruas de diversas cidades do Estado de Oaxaca, no Sul do México, neste último dia 19 de junho, dados finais da Coordenação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) afirmam que sete professores e um estudante secundarista foram assassinados por tropas especiais da Polícia Federal mexicana, sob as ordens do presidente Enrique Peña Nieto. Um jornalista também foi morto a tiros, aparentemente por uma pessoa que se aproveitou do clima de guerra civil para praticar um assalto, morte que também deve ser creditada à repressão das forças policiais.

Além dos mortos, 45 pessoas foram feridas a bala e há 22 desaparecidos, que a Polícia alega estarem presos. No final da manhã, a Polícia furou as barricadas de pneus e veículos queimados e utilizou sprays, bombas e armas de fogo para massacrar os manifestantes. Segundo a CNTE, os mortos são: Óscar Aguilar Ramírez, 25 anos; Andrés Sanabria García, 23; Anselmo Cruz Aquino, 33; Yalid Jiménez Santiago, 29 (vereador na cidade de Santa María Apasco); Óscar Nicolás Santiago; Omar González Santiago, 22; Antonio Pérez García (estudante secundarista) e Jesús Cadena Sánchez, 19.

Os professores de Oaxaca, organizados pela seção 22 da CNTE, realizam com mais radicalidade uma jornada de manifestações em resistência à Reforma Educacional que o Governo Federal tenta impôr há alguns anos. No último dia 17 de junho, durante um ato na cidade de Tehuacán, o professor Teotitlán de Flores Magón, representante desta seção sindical, afirmou ao jornal La Jornada de Oriente que o governo de Enrique Peña Nieto “pretendia massacrar os professores da localidade por serem os que, com mais determinação, opõem-se à Reforma Educativa”.

terça-feira, 21 de junho de 2016

E o Rafael tá preso.



Hoje pela manhã recebemos a triste noticia que todos os PMs que executaram os 5 jovens com 111 tiros,estao soltos desde do dia 15/06.É uma indignaçao com esse STJ que alega nao ter fundamentos para manter esses assassinos presos.

3 ANOS DE PRISÃO DA PRISÃO DE RAFAEL BRAGA

sábado, 18 de junho de 2016

O ataque homofóbico em Orlando e o cenário eleitoral nos EUA


A semana de encerramento das primárias eleitorais nos EUA começou com um crime de ódio na cidade de Orlando, onde um atirador, o nova-iorquino Omar Mateen, matou 49 pessoas e feriu 53 numa boate LGBT, frequentada majoritariamente pela comunidade latina. O atirador era um cidadão estadunidense, nunca saiu do país e foi treinado como funcionário de uma das maiores multinacionais de segurança privada do mundo – a brit...
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A semana de encerramento das primárias eleitorais nos EUA começou com um crime de ódio na cidade de Orlando, onde um atirador, o nova-iorquino Omar Mateen, matou 49 pessoas e feriu 53 numa boate LGBT, frequentada majoritariamente pela comunidade latina.  O atirador era um cidadão estadunidense, nunca saiu do país e foi treinado como funcionário de uma das maiores multinacionais de segurança privada do mundo – a britânica G4S, presente em mais de cem países, com funções que vão desde a administração de prisões privatizadas à prestação de serviços terceirizados para as intervenções militares dos EUA no exterior. Apesar disto, prontamente vários veículos de imprensa começaram a reportar o caso com um atentado terrorista, com especulações sobre as motivações religiosas e a ascendência afegã do criminoso, com base em supostas declarações de identificação com o Estado Islâmico por parte do atirador.
Na mesma velocidade, o pré-candidato republicano, Donald Trump, se pronunciou sobre o episódio, reforçando seu discurso de preconceito com a promessa de restringir a entrada de imigrantes e refugiados no país. Trump ainda acusou Obama, com insinuações de cumplicidade com o terrorismo, e tentou acenar para o público LGBT, acusando a pré-candidata democrata, Hillary Clinton, de permitir a “entrada de radicais que escravizam mulheres e assassinam gays” e de receber recursos da Arábia Saudita para a Fundação dos Clinton nos anos 90. Apesar da tentativa de ligar o crime ao “radicalismo islâmico” e da existência de agrupações LGBT minoritárias dentro do Partido Republicano, a própria sigla tem passado por uma crescente radicalização de sua plataforma política, com fortes elementos religiosos contra o casamento homoafetivo, contra o aborto, entre outras pautas conservadoras.
O discurso de Clinton, por sua vez, foi mais cuidadoso, destacou os elementos de homofobia e da venda irrestrita de armas, mas não deixou de reforçar a narrativa dominante ao descrever o episódio como um “ato de terror de ódio” e de prometer medidas para melhorar a “segurança externa e interna”, com mais bombardeios contra o Estado Islâmico, maior cooperação com os aliados e maior controles de armas. A proposta de dificultar o acesso a armamentos, com regras mais rígidas para a checagem de antecedentes e para o porte de armas, já foi lançada por Obama no ano passado, mas encontra dificuldades frente ao poderoso lobby do setor.
Neste cenário, a reta final da pré-campanha, rumo às convenções partidárias de julho, deve seguir pautada pela tentativa dos candidatos de capitalizar sobre os diversos aspectos do massacre em Orlando.
 

sexta-feira, 17 de junho de 2016

MANIFESTO MARCHA DAS VADIAS 2016 VADIAS CONTRA O FASCISMO: CUSPINDO NA CARA DO ESTADO



Estamos vivendo um contexto social e político no Brasil com intensos ataques à liberdade e à vida das mulheres cis e trans. O tema desse ano da Marcha das Vadias de Curitiba é “Vadias contra o Fascismo”, que denuncia e traz para as ruas a vontade de derrotar o fascismo diário presente nos nossos discursos, nos nossos comportamentos, nos nossos prazeres. É esse fascismo que tem culpabilizado as mulheres vítimas, promovido a cultura do estupro e aumentado a violência contra as mulheres. Marchamos porque, no Brasil, há uma denúncia de violência contra a mulher a cada sete minutos; marchamos porque a cada 11 minutos uma mulher é estuprada e mais de 55 mil casos de estupro são denunciados por ano no país; marchamos porque o Paraná é o décimo nono Estado que mais mata mulheres e Curitiba é a Capital que mais mata mulheres trans; marchamos porque o Mapa da Violência de 2015 nos mostra que o número de mortes violentas de mulheres negras aumentou 54% em dez anos (dados coletados das Secretarias de Segurança Pública e da Secretaria de Políticas para Mulheres da Presidência da República).
Marchamos porque a sociedade está marcada pela cultura do estupro, que faz milhares de vítimas todo ano. A violência contra nós, mulheres cis e trans, é exercida pelos homens e pelo Estado, organizado em um sistema patriarcal que decide, por exemplo, não reconhecer que houve crime de estupro em vídeo gravado pelos próprios estupradores; que agride e mata mulher, mãe, lésbica, negra, pobre e de periferia, como a Luana; que não apoia travestis queimadas na rua, como a Natacha; que culpabiliza as meninas que sofrem abuso sexual por familiares; que objetifica nossos corpos e nos chamam de vadias pelas roupas que usamos.
Além da violência física e psicológica, sofremos a violência estatal com os últimos retrocessos da política brasileira, como a extinção do Ministério das Mulheres, da Igualdade Racial e dos Direitos Humanos (MMIRDH), a criação do Projeto de Lei n.º 5069/13 – que modifica a lei de atendimento às vítimas de violência sexual, negando a elas acesso a informação, a métodos contraceptivos e abortos garantidos por lei. E outros retrocessos, tais como as propostas do estatuto de nascituro, o estatuto da família, os esforços em retirar os debates de gênero e diversidade sexual dos Planos de Educação, o projeto de lei de castração química do Deputado Jair Bolsonaro, o mesmo homem que exaltou estuprador durante a votação do impeachment. É pela via institucional que o Estado segue nos matando; é essa política masculina, patriarcal e fascista que temos no Brasil, e que se utiliza de meios arbitrários para criar um governo majoritariamente de homens cis e brancos, e que continuará negando nossos direitos.
Além disso, é importante ressaltar neste Manifesto que os homens sempre indagam qual o seu papel no feminismo e questionam, também, nossa militância, mas ficam apenas nos questionamentos. O exemplo disso está quando saímos às ruas gritando #ForaCunha em 2013, por conta da tentativa de aprovação do Estatuto do Nascituro. Desde lá, os movimentos feministas perceberam que ele é perigoso. No entanto, foi só quando ele mexeu com o PT que a Esquerda “percebeu” quem é Cunha. Muitos desses homens que se dizem companheiros de luta cruzaram os braços, não saíram conosco e se omitiram na importância de tirar o Deputado do poder. Ou seja, de certa forma, protegeram o machista que presidia a Câmara dos Deputados, assim como protegem uns aos outros diariamente quando permanecem em silêncio quando o amigo faz uma piada machista, racista e LGBTfóbica, quando diz que embebedou a menina, quando chama a mulher de “vadia”, quando mexe com mulher na rua, quando nega a cultura do estupro ou quando nos pedem para revermos nossos posicionamentos.
Dito isso, importante frisar que as mulheres carregam, e sempre carregaram, a esquerda nas costas, tanto através do trabalho reprodutivo e produtivo, quanto historicamente, foram as mulheres que fizeram as primeiras greves durante a Revolução Industrial, foram as mulheres as primeiras a exigir direitos, mesmo do ponto de vista teórico houve mulheres fazendo comida e lavando roupa pra que os homens revolucionários pudessem escrever algo. Homens, lutar contra o fascismo também é ouvir as mulheres!
Marcharemos até que todas sejam livres!





Jo Cox, deputada britânica do Partido Trabalhista, foi brutalmente assassinada

Jo Cox, deputada britânica do Partido Trabalhista, foi brutalmente assassinada em campanha a favor da manutenção do Reino Unido na União Europeia. Tinha 41 anos, dois filhos menores. Foi assassinada durante o dia, no espaço público. Foi vítima do ódio de quem não respeita a opinião do outro, de quem não tolera a liberdade de expressão. 


Quem a conhecia bem era nossa amiga Edite Estrela.



Insígnia nazista descoberta na casa do assassino de Jo Cox 


Unidades especiais da polícia que pesquisaram a casa do homem preso após a morte de  Jo Cox.
Eles "acreditam" ter encontrado amostras de reliquias nazistas e literatura de extrema-direita.

Thomas Mair também era conhecido por ter comprado livros de um grupo neo-nazista com sede nos EUA, incluindo guias 
sobre como construir armas caseiras e explosivos, de acordo com um grupo de campanha anti-ódio em os EUA. 
Entre eles estava um manual sobre como fazer uma pistola caseira.

Fontes dizem que o assassino suspeito estava lúcido quando interrogado pela primeira vez.
A imagem que está agora a emergir e de um ataque deliberadoi em um alvo no qual Mair estava à espera
quando ela saiu de seu encontro eleitoral na quinta-feira.
Testemunhas confirmaram que ele gritou "Grã-Bretanha primeiro" ou "Coloque a Grã-Bretanha em primeiro lugar", quando ele atacou Cox.

Shame!

Leia mais

https://www.facebook.com/edite.estrela.7/posts/1312008555494825

https://www.theguardian.com/uk-news/2016/jun/17/jo-cox-suspect-thomas-mair-bought-gun-manuals-from-us-neo-nazis-group-claims?CMP=share_btn_tw